Carta Arqueológica de Portugal. Novos elementos de análise

É já possível afirmar que a base de dados "Endovélico" de sítios arqueológicos portugueses (IGESPAR, Lisboa) apresenta sérios problemas de consistência espacial e tipológica, apesar de ainda não ter sido realizada uma avaliação formal.

O aspecto negativo mais flagrante é a concentração das prospecções em certas zonas limitadas, em detrimento de outras, o que provoca notáveis enviesamentos espaciais. Concelhos na vizinhança de centros universitários ou onde se tenham realizado levantamentos de cartas arqueológicas surgem sobre representados relativamente aos restantes.

Com este aviso em mente, a base de dados constitui um recurso único de investigação a nível nacional, de grande riqueza e cuja exploração geográfica, ao que se saiba, nunca foi feita de modo sistemático.

Os aspectos de cronologia são mais fiáveis (apesar das generalizações e interrogações) do que os aspectos de tipologia dos sítios e de descrição dos vestígios.

Limito-me assim aqui a uma análise geográfica dos sítios segundo as suas ocupações cronológicas, consideradas no seu sentido mais lato.

Representam-se dois indicadores principais, correspondentes ao número de sítios arqueológicos agregados por concelho (divisão administrativa municipal):

1 - Densidade de sítios arqueológicos: número de sítios por km2.

2 - Peso percentual do número de sítios com ocupação em cada período relativamente ao número total de ocupações.

A agregação por concelhos permite incluir sítios cuja localização administrativa é dada sem que se conheçam as suas coordenadas geográficas específicas.

Representa-se ainda a dinâmica de ocupação na transição entre épocas para sítios individuais:

1 - Ocupação de sítios entre a Idade do Ferro e a Época Romana

2 - Ocupação de sítios da Época islâmica

Transição entre a Idade do Ferro e a Época Romana. Sítios abandonados, sítios mantidos e sítios criados de novo

Povoamento Islâmico.
 Criações originais ou em sítios previamente ocupados (Época Romana e Alta Idade Média). Abandonos ou continuidades/reocupações após a conquista portuguesa.

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